Nada mais, nada menos que um absurdo. Marco Aurélio, um dos ministros mais antigos do Supremo, basicamente, reescreve a Constituição novamente, em menos de quatro meses desde a última "mudança". É, no mínimo, penoso. Foi uma clara intervenção do Poder Judiciário no Poder Legislativo, rasgando e ignorando a, até então, clara Constituição que atribuía plenos poderes decisivos ao presidente da Casa. Para ler a íntegra deste documento, basta acessar este link . Nele, exponho minha opinião sobre a atitude do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, em expedir uma liminar contra a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em negar a abertura do procedimento de Impeachment do vice-presidente da República, Michel Temer.